Houve uma época em que o estudo era para poucos: as classes majoritárias e os filhos das elites. Pensar que isso era restrito aos homens torna o assunto mais crítico. Durante muitos anos, o acesso à educação básica foi negado às mulheres. Somente a partir da Lei Geral de 1827 foi permitido às mulheres o acesso às escolas.
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| ESCOLA PARA MENINAS |
Vale ressaltar que o ensino era voltado para prepará-las para o papel de donas de casa, sendo oferecido em escolas separadas, com conteúdos curriculares limitados. Somente em 1879 foi permitido às mulheres o acesso às universidades brasileiras. No entanto, apenas em 1988 tornou-se constitucional o direito à educação para todos, independentemente de gênero, representando um grande avanço.
Por meio de políticas públicas, o acesso à educação tornou-se mais amplo para todas as classes sociais. No entanto, ainda existem muitas pessoas analfabetas, mesmo em um tempo em que a educação está a um “clique de distância”, onde o acesso a ferramentas tecnológicas facilita o aprendizado. Segundo o IBGE, em 2024, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais é de 5%, e entre homens, de 5,6%.
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| Censo 2022 |
Portanto, o acesso à educação evoluiu muito ao longo do tempo, tornando-se um direito de todos. No entanto, ainda existem desafios, como o analfabetismo, que precisam ser superados. Por isso, é importante continuar investindo em educação para garantir igualdade de oportunidades para todos.


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